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HIGHLIGHTS
Madeira para sobreviver
São jovens que decidiram criar a própria fonte de rendimento. Apesar de algumas serem improvisadas, é nas marcenarias e carpintarias que ganham a vida. Alguns conseguem obter um rendimento mensal de mais de quatro milhões de kwanzas. E vão substituindo os estrangeiros obrigados a abandonar Angola por causa da crise.
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“Só há fome para quem vive na cidade”
O líder da Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agropecuárias de Angola (UNACA) não tem dúvidas de que só passa fome quem não percebe de agricultura. Albano Lussati garante que a terra pode alimentar todo o país, mas lamenta os problemas de escoamento e que os camponeses sejam expropriados por gente “endinheirada”.
Festejar o Natal a poupar
Fazer o levantamento dos preços dos produtos nos mercados formal e informal e elaborar uma lista com apenas o que se precisa, antes de ir às compras, ajuda na contenção de gastos, durante a quadra festiva. O conselho é do economista Felisberto Capamba, que alerta as famílias a terem cuidado com as promoções.
Carne abunda nos matadouros
São os principais abastecedores dos talhos e mercados em Luanda. Abatem mais de 20 animais, de diferentes espécies, por dia. Trata-se dos matadouros do Panguila e do Km 30, no Ramiro, onde o comércio da carne dá vida aos espaços e garante que há suficiente para o Natal.
Menos cabazes nas montras
Das mais de 15 grandes e pequenas superfícies comercias de Luanda, apenas seis estão a vender cabazes. Megáfrica, Multiafrica, Ecoserv, Kero, Candando e Alimenta Angola têm disponíveis diferentes sugestões e cujos preços variam entre os seis mil e os seis milhões de kwanzas. Enquanto Jumbo, Shoprite, Mega Intermarket, Nosso Super e Maxi não arriscam em montar cabazes, em função da conjuntura.
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