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“O nosso andebol não é profissional”
Lidera a Federação Angolana de Andebol há oito anos e foi reeleito para um terceiro mandato. O antigo andebolista do 1.º de Agosto considera que o andebol em Angola não é profissional. Promete lutar para continuar a deter a hegemonia em África. Tornou-se no primeiro angolano a chegar à vice-presidência da Confederação Africana de Andebol (CAHB) e a ambição passa por ser líder máximo, mas sabe que tem de enfrentar a oposição francófona.
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Canoagem por ondas agitadas
Fortunato Pacavira e Nélson Henriques, duas figuras da canoagem, estão de costas viradas com a actual direcção da Federação Angolana de Desportos Náuticos (FADEN). A mudança para outro clube foi a principal razão para um divórcio longo que até os impede de representar Angola e sem reconciliação à vista. Diamantino Leitão, líder da FADEN, alega que os atletas estão a ser incentivados “por alguém”.
FAF escolhe técnico barato
A situação financeira da Federação Angolana de Futebol (FAF), condicionada com um passivo herdado da gestão anterior sob comando do Pedro Neto, esteve na origem da contratação do novo seleccionador, que acumula funções com o Petro de Luanda, segundo Artur de Almeida e Silva. O presidente da FAF garante ainda que o compromisso com a formação e a preparação da selecção do futuro também contribuíram para a chamada de Roberto Bianchi Pelliser ‘Beto Bianchi’ à selecção principal.
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